Nota de repúdio – Grupo Vermont Mineração



Nós, do Grupo Vermont Mineração, manifestamos nosso veemente repúdio às informações equivocadas veiculadas na matéria intitulada “Exportação de rochas via Pecém deve superar as 50 mil toneladas em 2024”, que traz um grave erro ao afirmar que o Taj Mahal é “um grupo de rochas cuja terminologia mais comum é o Taj Mahal, mas existe no mercado com vários outros nomes, como Matira e Avohay.”

Essa declaração é inverídica e desrespeita a autenticidade do Quartzito Taj Mahal, que é uma rocha natural única, com composição e características petrográficas exclusivas. O Quartzito Taj Mahal não é uma mera “terminologia” utilizada para diferentes rochas; é um material geológico distinto, encontrado em uma única lavra no município de Uruoca, no estado do Ceará, e explorado exclusivamente pelo Grupo Vermont Mineração.

Além disso, é imperativo corrigir a afirmação sobre a origem desse material. O Quartzito Taj Mahal não é extraído em diversos locais sob diferentes nomenclaturas. As rochas comercializadas com nomes como Avohay, Naica, Matira, Perla Venata e Perla Santana, são materiais diferentes, com características geológicas próprias, que conferem a elas também suas qualidades, e não devem ser confundidas com o Quartzito Taj Mahal.

Repudiamos veementemente a divulgação de informações imprecisas que confundem o mercado, seja sobre o material em questão ou os números relacionados a ele e desvalorizam a autenticidade e exclusividade do Quartzito Taj Mahal. Exigimos a correção imediata das informações equivocadas publicadas na matéria e pedimos maior responsabilidade ao tratar de temas que impactam diretamente o setor de rochas naturais e a cadeia produtiva local.

No link consta a análise petrográfica do Quartzito Taj Mahal e suas informações técnicas.

https://bit.ly/3XVZqGC



Atenciosamente,
Grupo Vermont Mineração

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